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terça-feira, 13 de julho de 2010

Vitória do amor


Amor serve mesmo para tudo!

É, pode criticar e achar que trata-se de mais um clichê, mas veja só:

Conheci uma moça que começou a trabalhar fazendo quentinhas. Sua paixão pela coisa era tanta; sua empolgação quando falava dos cardápios era tamanha, que dava água na boca só de ouví-la. Mesmo quando descrevia pratos absolutamente triviais. O final da história, não preciso nem dizer, foi trabalhando, trabalhando, e começou a ser convidada para pequenas festas na vizinhança. Lembro que ela sempre apresentava aquele ar de que “faço o que amo, o dinheiro é consequência”. Pimba! Virou dona de buffet, e vai muito bem, obrigada...

Cito também o caso de uma massagista. Essa então é de arrepiar.

Ela poderia ter ficado na mesmice da eterna reclamação.

Mas não. Partiu para fazer um curso até então pouco conhecido no Brasil, que ensina uma técnica que faz o paciente se sentir aconchegado como de volta ao útero materno. Conclusão... se destacou e é extremamente solicitada devido aos recursos que desenvolveu.

Ou seja, por mais que isso pareça ficção, acredite, ainda que desconfiando, que é possível chegar lá. Tente ao menos por um período de sua vida.

Mas, faça com verdade e dedicação. Dê o melhor de sí. Invista. Procure ver a alegria que é fazer algo com amor e entrega.

Vai dar certo, tenho certeza.

E se não vir resultado logo, ou melhor, tão rápido quanto sua ansiedade determina, trabalhe ainda mais feliz, buscando encher o coração de quem você estiver servindo.

Amor é contagiante e invariavelmente conduz quem o traz com pureza de alma, à vitória.


Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

presidencia@responsahabilidade.org.br

www.responsahabilidade.org.br

www.twitter.com/ClaudiaCataldi

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A Política do bem é tema do Responsa


O Responsa Habilidade, mostra que com vontade política, é possível dar uma vida mais digna às pessoas que vivem em comunidades carentes. A jornalista e apresentadora, Claudia Cataldi, recebeu a Coordenadora do PAC Social do Rio, Ruth Jurberg e o Deputado Estadual Christino Áureo. O debate evidenciou aspectos humanos do projeto que desenvolve um trabalho em conjunto com a comunidade que ergue as próprias casas e por isso, cuidam melhor do novo patrimônio.

Através de um trabalho consciente, em que se prometer somente aquilo que pode ser cumprido, o PAC Social vem mudando a vida de comunidades inteiras no Estado do Rio de Janeiro que já podem vislumbrar um futuro melhor.

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Doação foi tema do Responsa Habilidade


O tempo quando doado com carinho e dedicação, pode salvar vidas!

A jornalista Claudia Cataldi recebeu no “Programa do Bem” a Dra. Rosa Célia, fundadora e diretora do Hospital Pró Criança Cardíaca e o Deputado Estadual Christino Áureo. O debate aconteceu acerca da superação de obstáculos na busca de fazer o bem ao próximo e do orgulho e dificuldades de ver um sonho concretizado e através de ajuda voluntária e doações, atendendo às crianças de famílias carentes que desprovidas de recursos, não encontram atendimento especializado nos hospitais da rede pública.

O Responsa Habilidade, através do bom exemplo da Dra. Rosa Célia, mostrou mais uma vez que a solidariedade é um diferencial do ser humano e te convida a fazer parte dessa corrente do bem!

Mais informações:

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Faça a sua parte!


Todos somos seres consumidores e isso é fato.

Desde a hora que acordamos, até irmos dormir. E mesmo assim, continuamos consumindo.

Pense. Acordamos, abrimos os olhos, nos levantamos e quando calçamos os chinelos, mesmo que aos poucos os estamos consumindo, vamos ao banheiro e lá se vai água, 130 litros em 15 minutos de banho. Pasta de dente, e mais água, 25 litros em 5 minutos de escovação com a torneira aberta, papel higiênico, sabonete, escova, o papel no escritório.

O consumo mundial anual de papel é da ordem de 340 milhões de toneladas e para que cada uma seja produzida, são necessárias de 2 a 3 toneladas de madeira.

Na hora das compras somos um país recordista em consumo de sacolas plásticas, 35 mil por minuto... e por aí vamos ao longo do dia.

É notável que isso, reflete diretamente no meio ambiente e na economia global. Por meio de nossas escolhas frente às prateleiras, podemos maximizar ou minimizar os impactos no planeta e na sociedade.

É preciso saber de onde vem o produto e nos certificarmos preferencialmente, que são provenientes de nossa cidade ou estado. Desta maneira estaremos movimentando a economia interna, beneficiando diretamente os produtores daqui, que por sua vez irão gerar mais empregos e ter mais meios de subsistência, que irão fomentar o consumo, e ...percebeu a reação em cadeia?

A verificação das embalagens também é uma etapa importante, assim como a responsabilidade ambiental de quem produz. Já que o descarte do produto faz parte dos requisitos de um consumidor consciente e no Brasil, 80% das embalagens são utilizadas apenas uma vez.

Todas essas decisões e indagações feitas individualmente, tem conseqüências coletivas e podem alterar a vida de milhões, inclusive das gerações futuras. Um pequeno exercício que quando realizado por um grande número de pessoas promove transformações significativas.

Contribua, não desista! e lembre da história do beija-flor que sabia que não findaria o incêndio da floresta levando uma quantidade pífia de água em seu delicado bico, mas ainda assim continuava, com o orgulho de quem, impossibilitado de resolver o problema integralmente, faz a sua parte!

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

www.responsahabilidade.org.br

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presidencia@reponsahabilidade.org.br

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Justiça comercial


Você já ouviu falar em comércio justo?

Se não, tem uma vaga idéia do que isso significa?

Se pensou em uma nova relação de comércio em que, como diz o nome, se paga o valor justo pelo produto, acertou e errou.

O conceito é basicamente este, mas de novo não tem nada. Surgiu e ganhou forma na década de 60, quando foi criada na Holanda, a Fair Trade Organisatie. A preocupação era, e ainda é, não só o estabelecimento de valores condizentes com a qualidade e produção de determinada coisa, mas também de padrões sociais e ambientais, nas cadeias produtivas, podendo também ser definido como uma forma de consumidores conscientes, focados em sustentabilidade definirem uma parceria com pequenos produtores que aumentam suas possibilidades de acesso ao mercado, criando assim meios para melhorar a vida e o trabalho de grupos menos favorecidos nas relações comerciais.

E foi exatamente com este formato que o movimento chegou ao Brasil. Relacionando números a possibilidades.

Dados apontam que 47% dos cidadãos brasileiros, são atingidos pela pobreza. Isso significa que 80 milhões de pessoas entre crianças, homens e mulheres, não têm o básico necessário para viver. O que nos mostra a necessidade do desenvolvimento de estratégias, não só do Estado, mas de uma mobilização também por parte da sociedade civil, que edifique a pequena produção rural e urbana, como uma alternativa possível de trabalho e renda, promovendo um desenvolvimento sustentável local.

Nosso país conta hoje, com 21.859 estabelecimentos econômicos sustentáveis cadastrados pelo Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, operando R$ 191.451.037,00, entre produção de agrícolas, alimentícios, têxteis e artesanais, segundo dados da própria organização. Dentre os maiores obstáculos enfrentados pelos empreendedores, está a dificuldade na comercialização. Do total de produtos, apenas 2,8% conseguem alcançar o mercado nacional, fixando as negociações em seus municípios de origem. Porém ao estender a análise em nível nacional, o fator indica altos índices de concentração de consumo dentro do Brasil, onde apenas o Estado de São Paulo concentra 60% do poder de compra do país.

A dificuldade então, estaria em fazer tais produtos chegarem aos seus interessados. O que nos atenta que o comportamento tão cobrado pelos “ecochatos” de analisar bem os produtos antes da compra no supermercado, dar aquela olhadinha no endereço para verificar a procedência industrial antes da compra, deve deixar de ser um comportamento idiossincrático e ganhar proporções maiores. Deve enfim virar uma pandemia que de doença, não teria nada. Seria sim a cura para um comportamento consumista inconsciente que degrada nossa sociedade e nosso planeta não devendo mais ser tolerado por nós mesmos.

É hora de fazer uma análise íntima: que tipo de consumidor você é?

E de lembrar-se que o comércio justo é uma via de mão dupla. Beneficia a que consome e a quem produz!


Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

presidencia@responsahabilidade.org.br

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Entre francesas e americanas


Você já se deu conta do tamanho das porções que antigamente nos referenciava era o litro e agora é de dois e meio?

Lembrou? Que punhamos uma garrafinha de refrigerante em cima da mesa e servia a toda a família?

Tudo é mais agora. É mais cerveja, é mais batata frita, chocolate, biscoito? Esse nem se fala...

E o copo? Usávamos aquele de geléia pequeno que hoje deve fazer parte de algum acervo de museu do Quixeramubim.

O que aconteceu?

Ou melhor, já parou para se perguntar: a quem interessa tanto consumo???

Certamente não deve ser a suas veias e artérias. Ou seu coração.

Não quero ficar dando sermão em ninguém, sendo tachada de chata, aquela que alerta e consequentemente fica marcada como a estraga prazeres.

Ao contrário, uso o espaço para trazer luz a assuntos pouco debatidos e portanto esquecidos pela maioria no dia a dia corrido.

Então seguindo no raciocínio, nossos tamanhos também estão crescendo, junto com a voracidade da propaganda, que é contraditória quando se trata de manequins.

Afinal somos praticamente obrigadas a ter silhuetas de francesas comendo como americanas...



Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

presidencia@responsahabilidade.org.br

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Amor das cavernas


Não há mesmo regras para o sucesso de uma relação amorosa.

Todos, temos exemplos de pessoas que mal se conheceram, resolveram se casar e estão juntas até hoje, felizes; assim como o oposto.

Aqueles que namoraram anos, eram o referencial do grupo, serviam mesmo de modelo, tinham o famoso “tudo para dar certo”, só que s-e-p-a-r-a-d-o-s.

Daí o sucesso dessa nova maneira de conhecer pessoas: o Speed Dating.

É uma espécie da dança das cadeiras, onde um grupo de homens e mulheres num bar ou restaurante determinado tem apenas poucos minutos para se conhecer e decidir se vale à pena ou não repetir a dose.

Apesar de parecer estranho, ou pouco romântico, a modalidade, digamos, expressa, é bem mais confiável que as frequentadíssimas salas de bate papo da internet, onde não temos certeza de nada, nem mesmo se o sexo de quem tecla é verdadeiro.

Mas assim como o movimento do fast food que explodiu nos EUA na década de 40, foi recentemente superado pelo seu oposto o slow food, temos que observar essas inovações com cautela porque apesar de todos termos nossos níveis de carência e precisarmos de companhia, o mundo evolui a passos largos, mas o romance, o amor, ainda continuam pré históricos.

Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade

presidencia@responsahabilidade.og.br

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