Imperdível!
Pesquisar este blog
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Responsa Habilidade - 30/10/2010
Imperdível!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Mal educativo

Depois de um título desses, você certamente estará se perguntando o que será que eu quis dizer com isso...
Tudo bem que alguns têm verdadeiro pavor do apetrecho no chapéu, mas vai dizer que nunca ouviu uma história dessas de sucesso?
Que tal então uma doença para aprendermos a dar valor ao que tínhamos desde sempre e nunca agradecíamos? Um problema nos olhos, no joelho, no dente...
A boa notícia é que depende de nós, das nossas escolhas a nossa trajetória.
Podemos decidir aprender por observação ou por experiência. Fique a vontade.
Eu?
Faço questão de pertencer ao primeiro grupo!
Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade
Twitter: @claudiacataldi /presidencia@responsahbailidade.org.br
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Aniversário de 80 anos

Você não é vítima, há poder em você! Fazemos parte da maior sala de aula interativa do mundo: a vida! Aprenda, use sua capacidade, sua intuição e distinga o que é bom. O que deu certo, repita não o contrário.
Deixe de cair nos mesmos buracos, ciladas e armadilhas! Aprenda com seus erros.
Valorize sua existência. Só assim, quando chegar lá nos “oitentinha”, vai poder olhar pra trás e ter a real sensação de muito mais do que apenas o dever cumprido, mas de ter vivido alegremente, que é o que importa...
Claudia Cataldi é jornalista, presidente do Instituto Responsa Habilidade
domingo, 29 de agosto de 2010
Mendigo por escolha

Você vira uma espécie de mendigo emocional, na busca da esmola do amor.
Tudo bem que não somos totalmente independentes, precisamos sim uns dos outros para viver, mas que tal chamarmos esse movimento de interdependência? Onde a relação seria de complementariedade e não de necessidade.
O que não dá, é somente ser feliz na existência de outra pessoa. A gente não morre se o outro sair da nossa vida. Podemos sim, preferir a companhia de alguém. Temos que ter cuidado com os verbos: ter, dever, precisar e outros piores. Eles podem se tornar a ditadura da palavra.
Ouso não concordar com Buda que afirmou: “toda vida implica em sofrimento”.
A escolha é sua, é minha é nossa. Sempre haverá duas opções, no mínimo... Escolha pela sua felicidade, pela sua alegria!
Sofremos por ignorância, sei disso, ninguém sofre porque quer.
Então aproveite essa oportunidade de reflexão e repense suas decisões. Sei que a sorte é implacável, alheia aos nossos desejos, mas sei também que apesar de ser inevitável passar pela vida com dor, o sofrimento adicional, é definitivamente opcional.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Salto alto
Coloquialmente, salto alto é o calçado que deixa o calcanhar da usuária significativamente mais elevado do que os dedos.
Mas, e a expressão? Já parou pra pensar? Geralmente usamos para definir pessoas que agem de maneira soberba. Para simplificar, agem “de nariz empinado”.
Quem nunca ouviu dizer que um jogador entrou de salto alto em campo?
Mas, a minha reflexão e a quero dividir com você é que nós brasileiros estamos vivendo de salto alto.
Acompanhe:
Nunca queremos nos envolver integralmente, não queremos nos machucar demais, não queremos ser apontados, nem julgados. Escondemos nossas opiniões e ficamos em cima do muro só para que não sejamos expostos.
Aparentamos ser o que não somos para agradar a terceiros. Usamos máscaras para que ninguém descubra a nossa verdadeira face.
O que estamos pretendendo afinal? Será que passa pela cabeça que assim podemos mudar o mundo e transformar as coisas?
Não! De maneira nenhuma. Estamos estragando tudo. Jogando fora oportunidades: de sermos lembrados, queridos, contratados e mesmo amados.
Doce ilusão essa de achar que usar salto alto pra tudo é uma forma de estar por cima.
Isso não vai nos tornar mais felizes. Então, tá esperando o que?
Tira esse salto alto, calce os seus próprios sapatos e vá à luta.
Um futuro de sucesso pertence aqueles que são honestos consigo mesmos.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Pelo direito de não ouvir

Em nosso país, a liberdade de expressar pensamentos, opiniões e idéias foi garantida até 1937, quando durante o período do Estado Novo, em que fomos presididos por Getúlio Vargas, o princípio constitucional da liberdade de expressão foi banido. Na intenção de resguardar informações sigilosas que possivelmente abalariam a estrutura do governo vigente, a censura foi implantada.
Depois do Ato Institucional nº 5, o tão famoso AI-5, que recebeu esse nome por ser o quinto de uma série de decretos emitidos após o regime instituído a partir de 64, a vida do cidadão brasileiro e principalmente da classe artística nunca mais foi a mesma. O ato dava poderes extraordinários ao Presidente da República e suspendia direitos constitucionais, como o da liberdade de expressão, garantida desde 1948 pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que rege que todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão, direito este que inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer independentemente de fronteiras.
Na época, agentes autorizados revisavam e aprovavam a pauta de todos os meios de comunicação, além das letras de músicas, conteúdo de novelas e toda obra que fosse chegar ao domínio público.
A saída encontrada pelos órgãos de imprensa, que não podiam divulgar protestos, opiniões divergentes das do governo nem anunciar os desaparecimentos por motivos políticos, foi publicar no lugar das partes do texto censurado, receitas culinárias ou mesmo deixá-las em branco. Já os compositores, passaram a produzir músicas de duplo sentido, que muitas vezes só eram percebidas pelos agentes da censura, depois de já serem sucesso sendo cantadas pela população.
Um bom exemplo disto é Cálice, de Chico Buarque, que na grafia, Cale-se, deixa bem clara a ambiguidade.
Todo esse tempo de repressão fez o brasileiro que o viveu e também o que não viveu a época, ter uma espécie de pânico toda vez que a palavra ou termo censura faz-se lembrar. E isso tem sido tema de divergência.
Mas afinal, o que fazer com a liberdade de expressão quando a falta do bom senso agride a moral?
A classificação indicativa que apenas mostra aos pais o teor do conteúdo de obras audiovisuais e a indicação para a idade do telespectador foi logo confundida com censura. Personalidades famosas de veículos de renome no país logo vieram a público explicitar seu repúdio a toda e qualquer forma de repressão. Quando cenas de sexo de novelas ou filmes que passam em horários em que certamente há crianças em frente à televisão são cortadas, lá vem de novo o coro uníssono dos traumatizados.
A opinião pública, ainda na velha mania de justificar um erro com outro, acha que a culpa é dos políticos que roubam e tem que mostrar que estão fazendo alguma coisa.
Onde vamos parar com isso?
Agora não se pode mais proibir o que é impróprio?
E o que fazemos quando o cara diz pros nossos filhos, que canta assim por que fuma maconha ou ainda quando aquele funk usando palavras de baixíssimo calão incitando a sexualidade, cheio de gestos obscenos vai parar nos ouvidos e na boca das nossas crianças?
Duvido que os contra a censura, e quando digo isso não faço nenhuma apologia ao autoritarismo, também não se sintam incomodados.
Sem nenhuma intenção de levantar a bandeira da pureza absoluta e da castidade, sabemos que temos a opção de escolher o que vamos ouvir, mas também sabemos que nosso direito só tem valor quando o vizinho usa o bom senso ao ajustar o volume.
Por fim, levanto a bandeira: quem garante nosso direito de NÃO ouvir?
Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade
presidencia@responsahabilidade.org.br
www.twitter.com/ClaudiaCataldi
terça-feira, 13 de julho de 2010
Coração verde e amarelo

Não é porque perdemos a copa que nossos corações precisam perder a cor. Imagine só, se a energia, a euforia e a vontade de gritar "pra frente Brasil" fosse pra sempre?
Nada de quatro em quatro anos...
Uma vontade avassaladora de lutar pelo país, de nos unir pelo nosso gigante. Talvez seja esse o segredo ou o ingrediente que está faltando para a receita do bolo dar certo.
Me refiro ao bolo do desenvolvimento, da justiça social, da igualdade, da educação do equilíbrio econômico e da segurança.
Se ao invés de gastar toda força, empolgação, adereços e atitudes na copa do mundo, nós dividíssemos isso para todo o caminhar, seríamos mais enérgicos para cobrar, lutar e exigir nossos direitos.
Quero muito que nossos corações continuem verdes e amarelos. Gostaria que estas cores perpetuassem gerações e quero mais ainda ver nossa gente derramar lágrimas de alegria pelas conquistas, pelos avanços e pelo real orgulho de ser brasileiro.
Torço para em breve sermos campeões na educação, na saúde, na segurança, no respeito e mais que tudo, no amor ao próximo.
Vale a dica, vale a reflexão e vale a paixão pelo país.
Claudia Cataldi é jornalista e presidente do Instituto Responsa Habilidade